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Posts Tagged ‘rihanna’

O Grammy de ontem começou com uma oração em homenagem a Whitney Houston, conduzida pelo mestre-de-cerimônia da noite L.L. Cool J.  (pra quem não esteve neste planeta no fim-de-semana, a cantora foi encontrada morta em um quarto de hotel na madrugada de sábado para domingo) e teve diversas homenagens e menções a ela durante a noite (a principal delas foi uma bela performance de Jennifer Hudson cantando “I Will Always Love You”). E tirando a overdose do insuportável Chris Brown (que cantou sozinho, depois acompanhado em um mash-up que incluiu David Guetta, Foo Fighters e Dead Maus, e pra piorar ainda ganhou um prêmio), foi até que divertida. Embora algumas performances tenham parecido mal ensaiadas (né, Maroon 5 e Foster the People?) e outras tenham sido exageradas e mal colocadas (a esquisita mas interessante apresentação da Nicky Minaj deveria ter sido mais curta e feita no início da festa, e não perto do final), as que foram legais valeram a noite (Rihanna + Coldplay, Bruce Springsteen, os Beach Boys reunidos depois de sei lá quanto tempo e principalmente o final do show, com Sir Paul McCartney ensinando como se faz).

Como esperado, Adele fez “a rapa”, levando todos os seis prêmios aos quais havia sido indicada. Ela, aliás, cantou “Rolling in the Deep”, levando a platéia ao delírio e mostrando estar plenamente recuperada do problema que teve nas cordas vocais.

Quem também se deu bem foram os Foo Fighters, que ganharam praticamente todos os prêmios de rock.

Confira aqui os principais premiados (fiz uma seleçãozinha dentre as 78 categorias):

Álbum do Ano: 21, Adele

Gravação do Ano: “Rolling in the Deep,” Adele

Canção do Ano: “Rolling in the Deep,” Adele

Artista Revelação: Bon Iver

Performance de Pop Solo: “Someone Like You,” Adele

Performance de  Duo/Grupo Pop: “Body and Soul,” Tony Bennett e Amy Winehouse

Performance de Rock: “Walk,” Foo Fighters

Performance de Rap: “Otis,” Jay-Z e Kanye West

Performance de Country Solo: “Mean,” Taylor Swift

Performance de Country Duo/Grupo: “Barton Hollow,” The Civil Wars

Performance de Hard Rock/Metal: “White Limo,” Foo Fighters

Performance de R&B: “Is This Love,” Corinne Bailey Rae

Performance de R&B Tradicional: “Fool for You,” Cee Lo Green e Melanie Fiona

Colaboração de Rap: “All of the Lights,” Kanye West, Rihanna, Kid Cudi e Fergie

Canção de Rap: “All of the Lights,” Jeff Bhasker, Malik Jones, Warren Trotter e Kanye West

Canção de R&B: “Fool for You,” Cee Lo Green e Jack Splash

Canção de Country: “Mean,” Taylor Swift

Canção de Rock: “Walk,” Foo Fighters

Álbum de Pop Vocal: 21, Adele

Álbum de Pop Tradicional: Duets II, Tony Bennett e vários artistas

Álbum de Rock: Wasting Light, Foo Fighters

Álbum de Música Alternativa: Bon Iver, Bon Iver

Álbum de Rap: My Beautiful Dark Twisted Fantasy, Kanye West

Álbum de Country: Own the Night, Lady Antebellum

Álbum de R&B: F.A.M.E., Chris Brown

Álbum de Folk: Barton Hollow, The Civil Wars

Álbum de Pop Instrumental: The Road From Memphis, Booker T. Jones

Álbum de Teatro Musical: The Book of Mormon

Álbum de Trilha Sonora (cinema): The King´s Speech

Álbum de Trilha Sonora (TV): Boardwalk Empire

Álbum de Comédia: Hilarious, Louis C.K

Video/Filme (curta): “Rolling in the Deep,” Adele

Video/Filme (longa): “Foo Fighters: Back and Forth,” Foo Fighters

Produtor do Ano, Não-Clássico: Paul Epworth (produtor da Adele)

Produtor do Ano, Clássico: Judith Sherman

 

Confira a performance de Adele ontem:

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E esse foi o melhor momento da noite, com Sir Paul e convidados (incluindo Dave Grohl e “The Boss” Bruce Springsteen):

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E a mais gostosa da noite foi a Rihanna:

(Rihanna de costas)

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 (Rihanna de frente)

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 (Rihanna e a BFF Katy Perry, que tava bonita mas perdeu por causa do cabelo “quero ser uma andróide no remake de Blade Runner”)

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(Rihanna e Gwyneth Paltrow, que cismou que sabe cantar e agora não perde um Grammy, mas ontem só apresentou prêmio)

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Ah, e pra completar ainda teve a presença da deusa Kate Beckinsale apresentando um prêmio (não entendi o que ela foi fazer lá, mas não dá pra reclamar):

(Kate Beckinsale entregando um prêmio com o MC da noite L.L. Cool J.)
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Continuando o que comecei no mês passado, seguem as 10 gatas do mês de setembro:

Katy Perry / Rihanna – as duas cantaram na mesma noite no Rock In Rio. Se a primeira esbanjou energia e animação (e cenários coloridos) mas decepcionou um pouco na voz, a segunda fez o oposto – cantou muito, mas o show em si foi meio morno. De qualquer forma, fizeram shows melhores (e maiores) em São Paulo. A propósito, Rihanna acaba de ser eleita a mulher mais sexy do mundo pela revista americana Esquire.

     

Carolina Dieckmann – se você precisava de um pretexto pra trocar a sua televisão, já arrumou um – ver a Carolina em HD como a Teodora de “Fina Estampa” não tem preço (pode até deixar o som no mudo se preferir).

      

Suzana Pires – praticamente emendando uma novela na outra, Suzana chega ao ápice da beleza como a sedutora Marcela, também em “Fina Estampa”. Não é a toa que o bem casado personagem de Dan Stulbach não resistiu.

        

Kat Dennings / Beth Behrs – as estrelas da melhor comédia da nova temporada de seriados americanos, “2 Broke Girls”. Kat é veterana no cinema “indie” (com destaque pro ótimo “Nick & Norah – Uma Noite de Amor e Música”) e esse ano já tinha sido coadjuvante no blockbuster “Thor”. Beth, por sua vez, antes só tinha no CV um dos filmes da série “American Pie” lançado diretamente em DVD.

       

Emily VanCamp / Madeleine Stowe – já essa é a dupla que protagoniza o melhor drama da nova safra da TV americana atual, “Revenge”. Emily deixou os papéis de adolescente (quase sempre) certinha de “Everwood” e “Brothers & Sisters” e agora é a jovem em busca de vingança contra a mulher que arruinou o pai – papel que proporciona a volta em grande estilo da sumida Madeleine, que continua linda como nos bons tempos de “Tocaia” e “Vingança” (o filme, não a série).

       

Amber Heard – nem a presença de uma das jovens atrizes mais belas do cinema americano – e que menos tem vergonha de tirar a roupa (“The Informers”, “Amor por Contrato”, “Segurando as Pontas”, “Fúria Sobre Rodas”) – foi  suficiente pra salvar a série “The Playboy Club”, cancelada depois de apenas 3 episódios.  Uma pena – mas ela deve voltar aos filmes logo mais.

Christina Hendricks – a mulher mais sexy do mundo marcou presença em setembro no tapete vermelho do Emmy.

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Katy Perry é pop grudento. Mas é pop grudento dos bons. Duvido alguém ouvir a canção “Firework” e não ficar com ela na cabeça por dias – tudo bem que isso acontece com músicas ruins também, mas não é o caso. Difícil hoje em dia é fugir dela: Katy Perry está nas rádios, nas capas de revistas, nas lojas de shopping (tocando no rádio), no Twitter, nas listas de mulheres mais sexy do mundo, nos episódios de “Glee” (duas vezes já, incluindo uma versão de “Teenage Dream” cantada praticamente acapella só por homens e que é ainda melhor que a original) – ela até conseguiu domar o ex-bad boy inglês Russell Brand e levá-lo pro altar. E estará por aqui em setembro, no Rock In Rio, na noite que vem sendo a mais espezinhada de todas, mas que até agora é a única que tem atrações inéditas no país (além dela tem a Rihanna, que também vem ao Brasil pela primeira vez, sem falar na volta de Elton John). O álbum mais recente dela, “Teenage Dream”, lançado no ano passado, é uma coleção de hits irresistiveis e inclui uma colaboração com o rapper Kanye West (“E.T.”). Vale conhecer.

 

Seguem o clipe oficial de “Firework” e a já citada versão de “Teenage Dream” exibida na segunda temporada de “Glee”.

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A nova temporada do “Saturday Night Live” tem sido um tanto irregular, com algumas edições engraçadinhas (Jesse Eisenberg, Dana Carvey) e outras meia-boca (Jim Carrey, Russell Brand), mas nada exatamente excepcional. O melhor episódio do ano até agora foi o do sábado passado, que teve Miley Cyrus como host (ou “astro convidado”). Na verdade o destaque não foi exatamente Miley, embora ela tenha mandado bem no monólogo inicial em que tirou sarro de si mesma e na imitação de Justin Bieber no talk show que é apresentado por ela mesma (feita regularmente pela novata – e ótima – Vanessa Bayer). Mas hilários mesmo foram o sketch que mostrou os Black Eyed Peas que ninguém conhece, Taboo e Apl.de.ap, tentando apresentar um programa próprio sem os onipresentes Will.i.am e Fergie (mais uma aparição boa de Miley) e, principalmente, a abertura do programa com o sempre engraçado Bill Hader  imitando o surtado Charlie Sheen numa conversa com os igualmente problemáticos Christina Aguilera, John Galliano, Muamar Khadafi e Lindsay Lohan. De quebra, os Strokes cantaram duas músicas do novo CD, que chega às lojas este mês.

Segue abaixo o trecho que satiriza Charlie Sheen:

O SNL é um fenômeno da TV americana, no ar há 36 anos, e embora tenha revelado grandes talentos do porte de Bill Murray, Eddie Murphy, Robert Downey Jr. e Will Ferrell (só pra citar alguns), obviamente alterna grandes elencos com turmas menos talentosas. A atual é uma safra boa, mas não excelente. Além do já citado Bill Hader (um dos policiais de “Superbad”), o elenco tem também o ótimo Jason Sudeikis (“30 Rock”), a bela e versátil Abby Elliot e os engraçados mas um tanto cansativos Fred Armisen e Kristen Wiig – e novatos promissores como Taran Killiam (que nos últimos três episódios apareceu em praticamente todos os quadros). O grande destaque, porém, ainda é Andy Samberg, especialmente com os vídeos que ele costuma fazer pro quadro “An SNL Digital Short”. Foi ali que surgiram pérolas como os clipes “Dick in a Box” (co-estrelado por Justin Timberlake), “Jizz in My Pants”, “Like a Boss” (com Seth Rogen) e o “rap da Natalie Portman”. Os últimos dois clipes foram hilários e seguem abaixo, o primeiro co-estrelado pela Rihanna e o segundo pela Nicky Minaj (com participação especial do diretor John Waters). 



P.S.: Nunca viu a Natalie Portman xingando e batendo em todo mundo? Check this out, motherf@#$%!:

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Depois de lançar três álbuns praticamente seguidos, estourar na Inglaterra e Europa, fazer sucesso razoável nos EUA e um pouco menor aqui (ele até fez show em São Paulo – show fantástico, diga-se de passagem, com direito ao público subindo ao palco e rodeando o piano dele), Jamie Cullum ficou quatro anos sem gravar. Escreveu uma canção com o Clint Eastwood pro filme “Gran Torino” (e foi até indicado ao Golden Globe). E deve ter descansado um pouco. Tudo preparação pra lançar o seu melhor CD, “The Pursuit”, que consegue superar até o excelente “Twentysomething” (que foi o primeiro a ser lançado aqui). Pra quem não conhece, o baixinho inglês e rouco faz uma espécie de jazz contemporâneo com uma “pegada” rock, toca piano pra C@#$%, escreve bem e ainda pega músicas conhecidas de todos os tipos (“High & Dry” do Radiohead, standards americanos como “Singin´ In The Rain” e “I Get a Kick Out of You”, entre outras) e as transforma em coisas totalmente diferentes, muitas vezes superando o original. O melhor exemplo está no álbum novo – a Rihanna deveria dar os direitos de “Don´t Stop the Music” de presente pra ele, pelo que ele fez com a música. 

OUÇA AGORA: “Don´t Stop the Music”, “Mix Tape”, “You and Me Are Gone”, “I´m All Over It”

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