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Posts Tagged ‘lost’

Ontem saí de casa louco pra ouvir meu iPod e pra minha decepção descobri que ele estava sem bateria. Lembrei que tenho algumas músicas no celular, então pensei: “Elas terão que servir.” Conectei  o fone, abri a biblioteca de músicas e o que apareceu? Apenas sete míseras musiquinhas.  “Droga!” foi o que me veio à cabeça. “Mas fazer o que?” Liguei o player e comecei a ouvir. Pra minha surpresa, descobri que escolhi muito bem o diminuto repertório: uma música do melhor álbum de 2011 (“El Camino”, dos Black Keys), duas do segundo melhor álbum de 2011 (“Let Them Talk”, do Hugh Laurie), a versão do Jamie Cullum pra uma das canções mais belas de todos os tempos (“God Only Knows”, dos Beach Boys), duas faixas instrumentais do Michael Giacchino que eu lembrava que tinha porque as uso como toques (os temas das séries “Lost” e “Alias”) e, pra completar, “Rat in a Trap”, composta pelo Patrick Doyle pra trilha do filme “Um Jogo de Vida ou Morte” e que quem viu minha peça “Game, Set & Match” vai lembrar bem. O melhor de tudo? As sete faixas duraram exatamente o tempo que eu levei  pra chegar ao meu local de destino.

 .

Já que eu toquei no assunto, aqui vai a minha listinha (atrasadíssima) dos melhores discos de 2011:

  1. “El Camino”, The Black Keys
  2. “Let Them Talk”, Hugh Laurie
  3. “Watch the Throne”, Jay-Z & Kanye West
  4. “Strange  Mercy”, St. Vincent
  5. “21”, Adele
  6. “We All Raise Our Voices”, The Decemberists
  7.  “Submarine OST”, Alex Turner
  8. “Ceremonials”, Florence + the Machine
  9. “The Book of Mormon”, Original Broadway Cast
  10. “Pitanga”, Mallu Magalhães
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Foram anunciados nesta quinta os indicados ao Emmy, o Oscar da TV americana. Algumas injustiças corrigidas (o casal central de “Friday Night Lights”, Kyle Chandler e Connie Britton, finalmente indicados), várias indicações provavelmente sentimentais à última temporada de “Lost” (embora Matthew Fox realmente mereça o prêmio de melhor ator esse ano), as séries novatas mais badaladas indicadas às principais categorias (“Modern Family”, “Glee” e “Nurse Jackie”, que devem dividir os prêmios de comédia, e o drama “The Good Wife”, que tem boas chances com sua estrela Julianna Margulies, mas poucas como melhor série dramática)… E agora que a Academia parece ter padronizado as seis indicações por categoria, algumas delas chegaram a ter sete indicados (como as de “atores convidados”). Eu fiquei particularmente feliz ao ver as indicações da ruiva fatal Christina Hendricks (“Mad Men”) e do grande Martin Short (“Damages”), mas achei uma grande injustiça Ed O`Neill (o eterno Al Bundy de “Married with Children”) ter sido o único dos seis protagonistas de “Modern Family” a não ser indicado. Faltaram também algumas lembranças para as ótimas comédias “Bored to Death” e “Community”.

Seguem abaixo os indicados às principais categorias: 

 

Melhor série dramática

Breaking Bad
Lost
Dexter
Mad Men
The Good Wife
True Blood

Melhor ator de drama
Matthew Fox, Lost
Bryan Cranston, Breaking Bad
Michael C. Hall, Dexter
Jon Hamm, Mad Men
Kyle Chandler, Friday Night Lights
Hugh Laurie, House

Melhor atriz de drama
Glenn Close, Damages
Julianna Margulies, The Good Wife
Mariska Hargitay, Law & Order: Special Victims Unit
January Jones, Mad Men
Kyra Sedgwick, The Closer
Connie Britton, Friday Night Lights

Melhor ator coadjuvante de drama

Michael Emerson, Lost
Aaron Paul, Breaking Bad
Terry O’Quinn, Lost
John Slattery, Mad Men
Martin Short, Damages
Andre Braugher, Men of a Certain Age

Melhor comédia

Curb Your Enthusiasm
Glee
Modern Family
30 Rock
Nurse Jackie
The Office

Melhor ator de comédia

Alec Baldwin, 30 Rock
Steve Carrell, The Office
Larry David, Curb Your Enthusiasm
Jim Parsons, The Big Bang Theory
Tony Shalhoub, Monk
Matthew Morrison, Glee

Melhor atriz de comédia

Edie Falco, Nurse Jackie
Toni Collette, United States of Tara
Tina Fey, 30 Rock
Amy Poehler, Parks and Recreation
Lea Michele, Glee
Julia Louis-Dreyfus, The New Adventures of Old Christine

Melhor ator coadjuvante de comédia

Chris Colfer, Glee
Neil Patrick Harris, How I Met Your Mother
Jesse Tyler Ferguson, Modern Family
Jon Cryer, Two and A Half Men
Eric Stonestreet, Modern Family
Ty Burrell, Modern Family

Melhor atriz coadjuvante de Drama

Sharon Gless, Burn Notice
Christine Baranski, The Good Wife
Christina Hendricks, Mad Men
Rose Byrne, Damages
Archie Panjabi, The Good Wife
Elisabeth Moss,  Mad Men

Melhor atriz coadjuvante de comédia

Jane Lynch, Glee
Kristen Wiig,  Saturday Night Live
Jane Krakowski, 30 Rock
Julie Bowen,  Modern Family
Sofia Vergara, Modern Family
Holland Taylor, Two and A Half Men

Melhor ator convidado em série de comédia
Mike O’Malley,  Glee
Neil Patrick Harris, Glee
Fred Willard, Modern Family
Eli Wallach , Nurse Jackie
Jon Hamm, 30 Rock
Will Arnett,  30 Rock

Melhor atriz convidada em série de comédia

Christine Baranski, The Big Bang Theory
Kathryn Joosten, Desperate Housewives
Kristin Chenoweth, Glee
Tina Fey, Saturday Night Live
Betty White, Saturday Night Live
Elaine Stritch,  30 Rock
Jane Lynch, Two and a Half Men

Melhor ator convidado em série de drama
Beau Bridges, The Closer
Ted Danson, Damages
John Lithgow, Dexter
Alan Cumming,  The Good Wife
Dylan Baker, The Good Wife
Robert Morse, Mad Men
Gregory Itzin,  24 Horas

Melhor atriz convidada em série de drama
Mary Kay Place,  Big Love
Sissy Spacek, Big Love
Shirley Jones, The Cleaner
Lily Tomlin, Damages
Ann-Margret, Law & Order: Special Victims Unit
Elizabeth Mitchell,  Lost

Melhor apresentador de reality show

Ryan Seacrest (American Idol)
Phil Keoghan (The Amazing Race)
Tom Bergeron (Dancing with the Stars)
Heidi Klum (Project Runway)
Jeff Probst (Survivor)


Melhor reality show de competição

Project Runway
Top Chef
The Amazing Race
Dancing with the Stars
American Idol

Melhor programa de música, comédia e variedades

The Colbert Report
The Daily Show With Jon Stewart
Real Time With Bill Maher
Saturday Night Live
The Tonight Show With Conan O’Brien

Melhor minissérie

The Pacific (HBO)
Return to Cranford (PBS)

Melhor filme para a TV

Endgame (PBS)
Georgia O’Keeffe (Lifetime)
Moonshot (History)
The Special Relationship (HBO)
Temple Grandin (HBO)
You Don’t Know Jack (HBO)

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Lost: pra dar água na boca

Os produtores de “Lost” confirmaram que o box da última temporada trará um epílogo de 11 minutos entitulado “The New Man in Charge”, que mostrará Hurley e Ben como os novos “senhores da ilha”. Há indicios de que o personagem Walt aparecerá, e possivelmente outros personagens também darão as caras.

Também foram divulgadas imagens do super box que conterá todas as temporadas da série, além de vários mimos (vide abaixo).

O lançamento tanto do kit com a série completa como do box com a sexta temporada está previsto para 24 de agosto nos EUA.

Fonte: Omelete

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Emocionante. Se tem uma palavra que pode ser usada pra definir o último episódio de “Lost”, é essa: emocionante. Mesmo não resolvendo todos os enigmas apresentados durante a série (embora, se pararmos pra raciocinar, a maioria tenha sido resolvida sim), a conclusão da série foi sensacional e eu acredito que até os fãs que se decepcionaram com o tempo mudarão de ideia. A temporada foi um pouco irregular – eu confesso que a aparição meio inexplicável daquele japonês no tal templo me irritou profundamente, tanto que nos primeiros episódios eu estava bem mais interessado em assistir as partes que se passavam em Los Angeles, no suposto “final feliz”, e quase dei um fast-forward nas partes da ilha. Mas depois de episódios memoráveis como o do navio Black Rock (que mostrava a chegada do personagem Richard à ilha e que com certeza está entre os cinco melhores episódios de toda a série) e o que explicava a origem de Jacob e de seu irmão sem nome, “Lost” terminou como uma EMOCIONANTE saga de amor e redenção, e no fim era nada mais que a jornada de um homem, o Dr. Jack Sheppard, em busca destas duas coisas. Claro que essa é só uma das interpretações que se pode ter do final, mas é a minha preferida, e foi quase que confirmada pelo próprio ator Matthew Fox no especial que a ABC exibiu logo após o ultimo episódio, comandada pelo apresentador Jimmy Kimmel (pra quem não viu, é só procurar por “Jimmy Kimmel Lost in Aloha” na internet – dica de Guilherme Magalhães). “Lost” certamente entra pra história da televisão, como uma das séries mais marcantes de todos os tempos.

 

Falando em Matthew Fox, essa foi “A” temporada do personagem dele, e o ator não decepcionou. Será muito injusto se ele não for no mínimo indicado ao Emmy de melhor ator esse ano – o mesmo vale pro brilhante Nestor Carbonell (Richard) na categoria de coadjuvante, que deve levar o prêmio nem que seja só pelo episódio do Black Rock. Também cairiam muito bem merecidíssimas indicações pro grande coração da série – o Hurley de Jorge Garcia -, e pro meu personagem preferido entre todos – o Desmond de Henry Ian Cusick.

  

Pra quem quer explorar mais o tema, o portal G1 fez uma linha-do-tempo bem bacana com os acontecimentos mais importantes da série e também explicou alguns dos mistérios que apareceram durante as seis temporadas (dica de Ana Luiza Ponciano). Já a colunista Kristin dos Santos, do canal E!, escreveu diversos textos com comentários bem interessantes sobre o final, as reações, eventuais interpretações e até um “manual” pra quem não entendeu – aqui.

 

Agora resta esperar o lançamento da série completa em DVD, marcada pra 24 de agosto nos EUA. Os produtores prometem muitos extras, incluindo cenas adicionais do episódio final.

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Finalmente assisti o primeiro episódio da badalada “Flash Forward”, que estreou essa semana por aqui no AXN. A comparação com “Lost” não só é inevitável, como na verdade é descarada: mesma emissora (a ABC), atores em comum (a “Penny” Sonya Walger e o “Charlie” Dominic Monaghan – que não aparece no piloto), primeira cena praticamente idêntica (o protagonista acordando em meio a um desastre e se deparando com os mortos e feridos), até um outdoor de propaganda da Oceanic Airlines pode ser visto em Los Angeles. Ou seja, a ABC trata mesmo a série como a substituta de “Lost”. Resta saber se terá fôlego pra tanto.

 

O primeiro episódio é bem over the top, com trilha apocalíptica, pausas dramáticas, alguns figurantes péssimos… E o Joseph Fiennes precisa perder um pouco daquela intensidade que usa tão bem nos dramas de época que está mais acostumado a fazer. Mas fora isso a série promete, com uma premissa intrigante (em um dado momento todas as pessoas da Terra tem um blackout e veem o seu próprio futuro seis meses adiante), as conexões entre os personagens que vão surgindo aos poucos, o elenco bacana – destaque pro sempre ótimo ator irlandês Brian F. O´Byrne e pro inglês Jack Davenport (o Steve de “Coupling”). Nos EUA a série começou muito bem, mas teve uma decaída de público e a emissora optou por uma pausa – está prestes a voltar a ser exibida. O futuro? Só quem sofreu o blackout de verdade e estava assistindo TV daqui a seis meses pode saber.

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