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Posts Tagged ‘david fincher’

Fiquei mais de um mês sem escrever aqui, por motivos diversos, mas espero agora poder voltar a postar com mais frequência. Como “welcome back post”, achei que essa imagem seria bem apropriada… Trata-se do poster limitado (vocês vão entender o porquê) de divulgação da versão americana de “Os Homens Que Não Amavam As Mulheres” (chamado nos EUA de “The Girl With the Dragon Tatoo”). Com direção de David Fincher, não dá pra se espantar, né? Check it out:

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Segue a lista completa com os ganhadores do Globo de Ouro neste domingo. Mais tarde incluo meus comentários. Acertei 15 das minhas previsões (das 25 categorias), mas se ficar só na parte de cinema o resultado foi mais animador (10 acertos e 4 erros).

 

CINEMA

Melhor filme (drama)

  • A Rede Social

 

Melhor filme (musical / comédia)

  • Minhas Mães e meu Pai

 

Melhor ator (drama)

  • Colin Firth – O Discurso do Rei

 

Melhor atriz (drama)

  • Natalie Portman – Cisne Negro

 

Melhor ator (musical / comédia)

  • Paul Giamatti – Barney’s Version

 

Melhor atriz (musical / comédia)

  • Annette Bening – Minhas Mães e meu Pai

 

Melhor ator coadjuvante

  • Christian Bale – O Vencedor

 

Melhor atriz coadjuvante

  • Melissa Leo – O Vencedor

 

Melhor diretor

  • David Fincher – A Rede Social

 

Melhor roteiro

  • Aaron Sorkin – A Rede Social

 

Melhor filme em língua estrangeira

  • Em um Mundo Melhor (Dinamarca)

 

Melhor longa animado

  • Toy Story 3

 

Melhor trilha sonora original

  • Trent Reznor e Atticus Ross – A Rede Social

 

Melhor canção original

  • “You Haven’t Seen The Last of Me” – Burlesque

 

TV

Melhor série de TV (drama)

  • Boardwalk Empire

 

Melhor atriz em série dramática

  • Katey Sagal – Sons of Anarchy

 

Melhor ator em série dramática

  • Steve Buscemi – Boardwalk Empire

 

Melhor série de TV (comédia / musical)

  • Glee

 

Melhor atriz em série musical ou de humor

  • Laura Linney – The Big C

 

Melhor ator em série musical ou de humor

  • Jim Parsons – The Big Bang Theory

 

Melhor minissérie ou telefilme

  • Carlos

 

Melhor atriz em minissérie ou telefilme

  • Claire Danes – Temple Grandin

 

Melhor ator em minissérie ou telefilme

  • Al Pacino – You Don’t Know Jack

 

Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou telefilme

  • Jane Lynch – Glee

 

Melhor ator coadjuvante em série, minissérie ou telefilme

  • Chris Colfer – Glee

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Se você leu os livros da trilogia Millenium, do escritor sueco Stieg Larsson (lançados aqui como “Os Homens Que Não Amavam as Mulheres”, “A Menina Que Brincava Com Fogo” e “A Rainha do Castelo do Ar”), ou assistiu pelo menos um dos filmes produzidos na própria Suécia (apenas o primeiro já passou no Brasil e foi recentemente lançado em DVD e Blu-Ray), deve estar curiosíssimo pra ver a versão americana que o diretor David Fincher está preparando – o primeiro filme está previsto para chegar aos cinemas no Natal de 2011. Que o filme será bom não há dúvidas, já que Fincher é craque. A grande questão é se a atriz escolhida por ele para viver a protagonista, a hacker punk bissexual Lisbeth Salander, dará conta do recado, principalmente depois do show que a sueca Noomi Rapace deu nos filmes originais. Bom, ainda vai demorar pra saber como será a atuação dela . Mas já dá pra ter uma ideia pelo menos do visual –  e, a julgar pelas fotos publicadas pela revista W, dá pra ficar animado. Confiram as imagens abaixo. Reconheceu a garota? Não? É Rooney Mara, a Erica Albright de “A Rede Social” (sim, a namoradinha do Mark Zuckerberg que aparece na primeira cena do filme, dando um fora nele). Ela também estará no super aguardado “Sucker Punch – Mundo Surreal”, de Zack Snyder (esse deve chegar aos cinemas mais cedo, no primeiro semestre).

 

Apenas a título de comparação, esta é ela normalmente:

E esta é ela na capa da W:

P.S.: Falando nisso, hoje saiu a notícia de que a viúva de Larsson pode lançar o quarto volume da série, já que supostamente ela ajudava o marido a escrever os livros e ele teria deixado o último episódio quase pronto.

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Foram anunciados nesta terça (dia 14) os indicados ao Globo de Ouro 2011, que acontecerá no dia 16 de janeiro.

 

Nas categorias cinematográficas, os dois filmes melhor avaliados do ano até agora, “A Origem” (Inception) e “A Rede Social” (The Social Network), comprovaram o favoritismo (e devem brigar pelos prêmios de filme dramático, roteiro e direção), mas perderam o posto de campeão em indicações para “O Discurso do Rei” (The King´s Speech), filme inglês que provavelmente verá seu astro Colin Firth levar a maioria dos prêmios de melhor ator desta temporada (ele faz o rei George VI, que assumiu o trono de surpresa, após a renúncia do irmão, e teve que vencer uma gagueira). Outro filme com várias indicações, e que vem dividindo os críticos desde que estreou no Festival de Veneza, é “Cisne Negro” (Black Swann), o thriller psicológico estrelado por Natalie Portman como uma bailarina que pode ou não estar paranoica. Completa o Top 5 de filmes dramáticos “O Vencedor” (The Fighter), dirigido pelo sumido David O. Russel.

 

Já na categoria comédia/musical, as surpresas foram as indicações do “meio brega” “Burlesque” (sobre dançarinas em Las Vegas, estrelado por Cher e Christina Aguilera) e do policial “Red – Aposentados e Perigosos” (aquele que tem a dama Helen Mirren como uma ex-agente da CIA ao lado de Bruce Willis e Morgan Freeeman). Fecham a lista de finalistas o favorito “Minhas Mães e Meu Pai” (The Kids Are Alright), um dos mais elogiados do ano; o recém-estreado “O Turista” (The Tourist), protagonizado por Johnny Depp e Angelina Jolie; e, claro, a “Alice” de Tim Burton.

 

Uma curiosidade interessante da disputa desse ano é o duelo entre Christopher Nolan e Darren Aronovsky, dois diretores que despontaram na mesma época (eles tem a mesma idade e dirigiram o primeiro longa no mesmo ano, 1998), são conhecidos por serem cineastas bastante autorais (são normalmente os roteiristas dos próprios filmes, em geral bastante criativos e originais) e chegaram ao topo com trajetórias diferentes. Nolan começou com o pouco visto mas elogiado “Following” (inédito no Brasil) e logo depois estourou com “Amnésia” (Memento), subindo o primeiro degrau da “escada de poder hollywoodiana” já em seu filme seguinte, “Insônia”, com astros do quilate de Al Pacino e Robin Williams – o que se seguiu foi uma reta sempre ascendente, com “Batman Begins”, “O Grande Truque” “O Cavaleiro das Trevas”, culminando com “A Origem”, roteiro que ele começou a escrever oito anos atrás. Já Aronovsky teve um início parecido, com os cultuados “Pi” e “Réquiem para um Sonho”, mas errou a mão quando foi acolhido pelo “cinemão”, optando pelo belo mas difícil (e fracassado) “Fonte da Vida” (The Fountain) (que tinha a futura ex-esposa dele, Rachel Weisz, no papel principal ao lado de Hugh Jackman). Depois disso, teve que dirigir (e bancar) um filme menor, “O Lutador” (The Wrestler), que graças principalmente a um inspirado (e renascido das trevas) Mickey Rourke devolveu o prestígio ao diretor. “Cisne Negro”, o novo filme dele, pode surpreender nas premiações da temporada, principalmente com suas atrizes, Natalie Portman e Mila Kunis (ambas indicadas ao Globo de Ouro, a primeira como principal e a segunda como coadjuvante). E a maior prova da entrada definitiva de Aronovski no grupo de “diretores do momento” é, assim como aconteceu com Nolan alguns anos atrás, o convite pra dirigir um blockbuster de super-herois – no caso dele, o novo filme do Wolverine, previsto para 2012.

 

Ainda falando nos diretores, outro indicado é David O.Russell, que parece querer ser o “novo Terrence Malick”, já que fica anos sem filmar. Ele começou bem em 99 com o ótimo “Três Reis” (Three Kings), um dos primeiro filmes a tratar da Guerra do Golfo e que tinha George Clooney e Mark Wahlberg como protagonistas. Depois, esperou quase seis anos pra fazer o irregular mas bacaninha “Huckabees – A Vida É uma Comédia” (I Heart Huckabees), com Jude Law, Dustin Hoffman e Naomi Watts (e de novo Mark Wahlberg). Agora, outros seis anos depois, ele vem com “O Vencedor”, drama sobre irmãos no mundo do boxe, mais uma vez com Wahlberg, agora ao lado de Christian Bale (os dois atores estão indicados também). 

   

Quanto aos prêmios de atuação, os duelos devem ficar entre Colin Firth e James Franco (ator em drama), Natalie Portman e a novata Jennifer Lawrence (atriz em drama), Julianne Moore e Annette Bening (atriz em comédia, as duas pelo mesmo filme, inclusive) e Johnnie Depp e Johnnie Depp (sim, ele concorre contra si mesmo na categoria de ator em comédia). Já entre os coadjuvantes, é bem possível que Michael Douglas leve um prêmio sentimental (o ator atualmente está em tratamento contra um câncer na garganta) pela continuação de “Wall Street” (o que seria bem curioso, já que ele seria premiado duas vezes pelo mesmo papel), enquanto a favorita Helena Bonham-Carter pode perder para Mila Kunis (isso se os votantes se esquecerem – ou lembrarem – que se trata da mesma atriz que fazia a pentelha Jackie na sitcom “That 70´s Show”).

 

Entre os “injustiçados” que passaram batido estão Leonardo DiCaprio, que poderia ter sido indicado tanto por “A Origem” como por “Ilha do Medo”; o próprio “Ilha do Medo”, de Martin Scorsese; o novo dos irmãos Coen, “True Grit”, e seu astro Jeff Bridges; Julia Roberts por “Comer, Rezar, Amar”; e George Clooney por “Um Homem Misterioso”.

 

Segue abaixo a lista completa com todos os indicados em cinema (a parte da TV vem mais tarde).

 

Melhor filme (drama)

  • Cisne Negro
  • O Vencedor
  • A Origem
  • O Discurso do Rei
  • A Rede Social

Melhor filme (musical / comédia)

  • Alice no País das Maravilhas
  • Burlesque
  • Minhas Mães e meu Pai
  • RED – Aposentados e Perigosos
  • O Turista

Melhor ator (drama)

  • Jesse Eisenberg – A Rede Social
  • Colin Firth – O Discurso do Rei
  • James Franco – 127 Horas
  • Ryan Gosling – Blue Valentine
  • Mark Wahlberg – O Vencedor

Melhor atriz (drama)

  • Halle Berry – Frankie and Alice
  • Nicole Kidman – The Rabbit Hole
  • Jennifer Lawrence – Inverno da Alma
  • Natalie Portman – Cisne Negro
  • Michelle Williams – Blue Valentine

Melhor ator (musical / comédia)

  • Johnny Depp – Alice no País das Maravilhas
  • Johnny Depp – O Turista
  • Paul Giamatti – Barney’s Version
  • Jake Gyllenhaal – Amor e Outras Drogas
  • Kevin Spacey – Casino Jack

Melhor atriz (musical / comédia)

  • Annette Bening – Minhas Mães e meu Pai
  • Anne Hathaway – Amor e Outras Drogas
  • Angelina Jolie – O Turista
  • Julianne Moore – Minhas Mães e meu Pai
  • Emma Stone – Easy A

Melhor ator coadjuvante

  • Christian Bale – O Vencedor
  • Michael Douglas – Wall Street 2
  • Andrew Garfield – A Rede Social
  • Jeremy Renner – Atração Perigosa
  • Geoffrey Rush – O Discurso do Rei

Melhor atriz coadjuvante

  • Amy Adams – O Vencedor
  • Helena Bonham Carter – O Discurso do Rei
  • Mila Kunis – Cisne Negro
  • Jacki Weaver – Animal Kingdom
  • Melissa Leo – O Vencedor

Melhor diretor

  • Darren Aronovsky – Cisne Negro
  • David Fincher – A Rede Social
  • Tom Hooper – O Discurso do Rei
  • Christopher Nolan – A Origem
  • David O. Russell – O Vencedor

Melhor roteiro

  • Danny Boyle and Simon Beaufoy – 127 Horas
  • Lisa Cholodenko e Stuart Blumberg – Minhas Mães e meu Pai
  • Christopher Nolan – A Origem
  • David Seidler – O Discurso do Rei
  • Aaron Sorkin – A Rede Social

Melhor filme em língua estrangeira

  • Biutiful
  • The Concert
  • The Edge
  • I Am Love
  • Em um Mundo Melhor

Melhor longa animado

  • Meu Malvado Favorito
  • Como Treinar o Seu Dragão
  • O Mágico
  • Enrolados
  • Toy Story 3

Melhor trilha sonora original

  • Alexandre Desplat – O Discurso do Rei
  • Danny Elfman – Alice no País das Maravilhas
  • A.R. Rahman – 127 Horas
  • Trent Reznor e Atticus Ross – A Rede Social
  • Hans Zimmer – A Origem

Melhor canção original

  • “Bound to You” – Burlesque
  • “Coming Home” – Country Strong
  • “I See the Light” – Enrolados
  • “There’s A Place For Us” – As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada
  • “You Haven’t Seen The Last of Me” – Burlesque

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MARK: Você não precisa estudar.

ERICA: Como você sabe que eu não preciso estudar?

MARK: Porque você estuda na B.U.! (Erica o encara por alguns segundos) Você quer comer alguma coisa?

ERICA: Me desculpe por não te impressionar com a minha formação acadêmica.

MARK: E me desculpe por não ser do time de futebol americano.

ERICA: Acho que é melhor a gente ser só amigo.

MARK: Eu não preciso de amigos.

ERICA: Eu só estava sendo educada, não tenho a menor intenção de ser sua amiga.

MARK: Você já pode ir embora. (Erica segura a mão de Mark e olha para ele com ternura)

ERICA: Escuta, você vai ficar muito rico e ter muito sucesso. Mas você vai passar a sua vida inteira achando que as garotas não gostam de você porque você é um nerd. E eu só quero que você saiba, do fundo do meu coração, que isso não é verdade. Elas não vão gostar de você porque você é um babaca.

 

Essa é uma tradução livre de um trechinho da cena de abertura do filme “The Social Network”, que estreia essa semana nos EUA mas que já há algum tempo vem causando um grande burburinho. Trata-se da adaptação do livro “The Accidental Billionaires: The Founding of Facebook, a Tale of Sex, Money, Genius and Betrayal”, escrito por Brad Mezrich e que conta a história da criação do Facebook. O “MARK” acima é Mark Zuckerberg, criador do site, um dos homens mais ricos e influentes do mundo, mas o filme, como se nota no diálogo, não o mostra como um cara necessariamente legal. Na verdade, tanto livro quanto filme focam mais no fato de que muita gente processou Mark alegando ter participação na criação do site de relacionamento, e por isso o filme tem vários pontos de vista – além disso, o subtítulo do livro já mostra que a história não é exatamente o que se vê normalmente nas aventuras de nerds a la “Big Bang Theory” e afins.

De qualquer forma, com direção de David Fincher (“Seven”, “Clube da Luta”, “Benjamin Button”), roteiro de Aaron Sorkin (autor da melhor série de todos os tempos, “The West Wing”, e de filme como “Questão de Honra”) e elenco liderado por Jesse Eisenberg, Justin Timberlake e Andrew Garfield (o novo “Homem-Aranha”), o filme desde já é forte candidato a ser um dos melhores do ano.  

A estreia no Brasil está prevista somente para dezembro.

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E se o lendário Ferris Bueller, o protagonista do clássico dos anos 80 “Curtindo a Vida Adoidado” (a obra-prima do diretor e roteirista John Hugues) imortalizado por Matthew Broderick, fosse apenas fruto da imaginação de Cameron (Alan Ruck)? E se ele fosse como o Tyler Durden de Brad Pitt era para o personagem de Edward Norton em “Clube da Luta”? Foi o que imaginaram os caras do Slash-Film, que bolaram a “Ferris Bueller Fight Club Theory”, e executaram os gênios da Classy Hands , que fizeram um trailer editado a partir de cenas do primeiro filme com a trilha do segundo. Confiram a brincadeira:

Fonte: Revista VIP

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Alguém sabe quem é o rapaz da foto aí ao lado? É Andrew Garfield, ator inglês que acaba de ser escolhido para ser o novo Homem-Aranha nos próximos três filmes da série, que serão um “reboot” – ou seja, a saga do herói vai recomeçar do zero. Se você não se lembra dele, fique tranquilo, pois não é o único. O papel mais expressivo do ator de 26 anos foi em “O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus”, também conhecido como “o último filme de Heath Ledger” – ele fazia Anton, um dos integrantes do circo do título. Porém, com três filmes pra estrear ainda este ano, todos de diretores badalados, ele deve ficar mais famoso antes mesmo de vestir o uniforme do aracnídeo (que só chegarà às telas em 2012). São eles: “The Social Network”, dirigido por David Fincher, sobre a criação do site Facebook (em que ele interpreta o brasileiro Eduardo Saverin, sócio do fundador Mark Zuckerberg); “Never Let Me Go”, de Mark Romanek e co-estrelado por Keira Knightley e Carey Mulligan; e “I´m Here”, de Spike Jonze. Olho nele.

 

Fonte: Omelete e IMDB

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