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Posts Tagged ‘andrew garfield’

E o grande vencedor do 66º Tony Awards foi o musical “Once”, que levou oito prêmios, incluindo o de melhor musical (e quase bateu as nove estatuetas de “The Book of Mormon” ano passado). Outro destaque da noite foi a peça “Peter and the Starcatcher”, que recebeu cinco prêmios, mas perdeu o principal para “Clybourne Park”. Entre os revivals (remontagens), os ganhadores foram o musical “The Gershwins´ Porgy and Bess” e a peça “Arthur Miller´s Death of a Salesman”.

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Seguem algumas curiosidades sobre a grande festa do teatro americano:

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– Neil Patrick Harris (o Barney da série “How I Met Your Mother”) foi brilhante como mestre-de-cerimônias pelo terceiro ano consecutivo, com direito a uma hilária canção homenageando (e emendando) ganhadores do prêmio de melhor música e a ficar pendurado no teto como o Homem-Aranha de “Spider Man, Turn of the Dark”. Mas o melhor foi o número de abertura “What If Life Was More Like Theater?”, reproduzido abaixo:

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“Once”, o musical do ano, é uma adaptação do filme irlandês homônimo sobre um casal de músicos de rua em Dublin – no Brasil chamou “Apenas Uma Vez” e ganhou o Oscar de melhor canção. Os protagonistas do filme, Glen Hansard e Marketa Irglova, também autores das músicas, estavam na plateia – vale lembrar que as músicas não foram indicadas ao Tony porque não foram compostas especialmente para o teatro, e sim para o filme.

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– Enda Walsh, autor do libreto de “Once” e ganhador do Tony, é um festejado dramaturgo britânico. São dele peças como “Bate-Papo (Chatroom)”, montada no Brasil e adaptada pro cinema, e “O Salão de Baile Elétrico”, uma das atrações do Cultura Inglesa Festival deste ano. É dele também o roteiro do filme “Hunger”, que revelou o ator Michael Fassbender e o diretor Steve McQueen.

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– Steve Kazee, protagonista de “Once” e ganhador do Tony de melhor ator em musical, fez o discurso mais emocionante da noite, homenageando a mãe, que faleceu na Páscoa, e agradecendo o apoio do elenco e, principalmente, de sua parceira em cena, a atriz Cristin Milioti.

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– O musical “Newsies”, que ganhou os prêmios de melhor música e coreografia, é uma produção da Disney que adapta pros palcos o filme homônimo de 92 (chamado no Brasil de “Extra! Extra!”), estrelado por um jovem Christian Bale (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) e um dos maiores fracassos da história do estúdio. A versão teatral vem fazendo grande sucesso. O compositor Alan Menken, ganhador de diversos Oscars pelas músicas que fez pra animações como “A Bela e a Fera”, “A Pequena Sereia” e “Aladdin” e também autor do musical “A Pequena Loja dos Horrores”, finalmente levou seu primeiro Tony.

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– James Corden, ganhador do prêmio de melhor ator pela peça “One Man, Two Guvnors”, é o gordinho inglês do filme “Matadores de Vampiras Lésbicas”. Ele derrotou um timaço de feras composto por ninguém menos que Philip Seymour Hoffman, James Earl Jones, Frank Langella e John Lithgow. A peça, uma comédia sobre um homem que atende dois patrões ao mesmo tempo, fez grande sucesso em Londres no ano passado e foi transferida para a Broadway esse ano, repetindo o sucesso.

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– Judith Light, ganhadora do prêmio de atriz coadjuvante pela peça “Other Desert Cities”, é bastante conhecida como a Angela da série dos anos 80 “Who´s the Boss?” (em que fazia par com Tony Danza) e, mais recentemente, como a Claire Meade de “Ugly Betty”.

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– A peça “Clybourne Park”, de Bruce Norris, conquistou, com o prêmio de hoje, a trinca de prêmios mais importantes do teatro – já havia ganho antes os prêmios Laurence Olivier (o equivalente inglês ao Tony) e o Pulitzer.

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– Nina Arianda fez sua estreia nos palcos da Broadway no ano passado com a peça “Born Yesterday” e foi indicada ao Tony de melhor atriz. Este ano repetiu a indicação com a peça “Venus In Fur” e dessa vez levou o prêmio. Ano passado ela também teve participações pequenas mas marcantes nos filmes “Meia-Noite em Paris” e “Roubo nas Alturas”. Promissora, não?

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– A atriz Judy Kaye ganhou seu segundo Tony de atriz coadjuvante, 24 anos depois do primeiro – que recebeu quando fez a Carlotta de “O Fantasma da Ópera”.

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– Audra McDonald ganhou o quinto Tony da carreira, igualando o recorde das veteraníssimas Angela Lansbury e Julie Harris. Como ela só tem 42 anos, é muito provável que deixe as duas senhorinhas comendo poeira logo logo. O curioso é que esse foi o primeiro prêmio dela como atriz principal – todos os outros foram como coadjuvante (pelos musicais “Ragtime” e “Carousel” e pelas peças “A Raisin in the Sun” e “Master Class”). Audra também é conhecida do grande público atualmente como a Dra. Naomi da série “Private Practice”.

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– Falando em recordes, o diretor Mike Nichols ganhou hoje seu SEXTO Tony, dessa vez pela peça “A Morte do Caixeiro-Viajante”. Ele é uma das poucas pessoas do mundo que podem se gabar de ter na estante todos os quatro prêmios principais do entretenimento americano – Tony, Emmy, Grammy e Oscar.

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– Falando nisso, o revival do clássico do dramaturgo Arthur Miller “A Morte do Caixeiro-Viajante”, que levou dois prêmios, é estrelado por Philip Seymour Hoffman e Andrew Garfield (que faz o novo “Homem-Aranha” no cinema e interpretou o brasileiro Eduardo Saverin no filme “A Rede Social”). Ambos foram indicados ao Tony, mas perderam. Garfield, aliás, deixou a plateia do Tony mais bonita ao levar como acompanhante a namorada Emma Stone (que também está no novo filme do herói aracnídeo).

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– Entre os revivals de musicais, a briga era entre gigantes, já que os indicados eram duas obras de Andrew Lloyd Webber (“Evita” e “Jesus Christ Superstar”, ambos da primeira fase da carreira do inglês), uma do mestre americano Stephen Sondheim (“Follies”) e um clássico dos irmãos Gershwin, o musical operístico “Porgy and Bess”, que saiu vencedor.

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– O revival de “Evita” é estrelado pelo cantor Ricky Martin no papel de Che, pela argentina Elena Roger no papel-título e pelo veterano Michael Cerveris (único dos três indicado ao Tony) interpretando Perón.

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– A peça “Peter and the Starcatcher” é uma espécie de “prequel” de “Peter Pan”, mostrando como um pequeno órfão se tornou o “menino que não queria crescer” de um modo bastante criativo e teatral – não à toa, ganhou quatro prêmios técnicos (todos os concedidos a peças não-musicais). O ator Christian Borle, mais acostumado a fazer musicais como “Monty Python´s Spamalot”, finalmente ganhou o seu Tony – ele, aliás, ficou mais conhecido do grande público esse ano com a série “Smash”, onde faz Tom, um dos autores da peça sobre Marilyn Monroe.

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– O astro Hugh Jackman, que arrastou multidões pra Broadway no ano passado com seu “one-man show” (e encheu os bolsos dos produtores – e dele mesmo, claro –  de dinheiro), protagonizou um dos momentos mais bonitinhos da noite. Ele sabia que ia ganhar um prêmio especial, mas não sabia que o prêmio seria entregue pela própria esposa, ficando genuinamente surpreso ao vê-la no palco.

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Segue a lista completa com todos os ganhadores (em vermelho) e indicados:

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Melhor Peça

Clybourne Park, de Bruce Norris

Other Desert Cities, de Jon Robin Baitz

Peter and the Starcatcher, de Rick Elice

Venus in Fur, de David Ives

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Melhor Musical

Leap of Faith

Newsies

Nice Work If You Can Get It

Once

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Melhor Peça Remontada (“Play Revival”)

Arthur Miller´s Death of a Salesman (A Morte do Caixeiro-Viajante)

Gore Vidal´s The Best Man

Master Class

Wit

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Melhor Remontagem de Musical (“Musical Revival”)

Evita

Follies

The Gershwins’ Porgy and Bess

Jesus Christ Superstar

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Melhor Libreto de Musical

Lysistrata Jones, de Douglas Carter Beane

Newsies, de Harvey Fierstein

Nice Work If You Can Get It, de Joe DiPietro

Once, de Enda Walsh

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Melhor Música e/ou Letras Escritas pro Teatro

Bonnie & Clyde – Música: Frank Wildhorn / Letras: Don Black

Newsies – Música: Alan Menken / Letras: Jack Feldman

One Man, Two Guvnors – Música e Letras: Grant Olding

Peter and the Starcatcher – Música: Wayne Barker / Letras: Rick Elice

Melhor Ator – Peça

James Corden, One Man, Two Guvnors

Philip Seymour Hoffman, Arthur Miller’s Death of a Salesman

James Earl Jones, Gore Vidal’s The Best Man

Frank Langella, Man and Boy

John Lithgow, The Columnist

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Melhor Atriz – Peça

Nina Arianda, Venus in Fur

Tracie Bennett, End of the Rainbow (O Fim do Arco-Íris)

Stockard Channing, Other Desert Cities

Linda Lavin, The Lyons

Cynthia Nixon, Wit

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Melhor Ator – Musical

Danny Burstein, Follies

Jeremy Jordan, Newsies

Steve Kazee, Once

Norm Lewis, The Gershwins’ Porgy and Bess

Ron Raines, Follies

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Melhor Atriz – Musical

Jan Maxwell, Follies

Audra McDonald, The Gershwins’ Porgy and Bess

Cristin Milioti, Once

Kelli O’Hara, Nice Work If You Can Get It

Laura Osnes, Bonnie & Clyde

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Melhor Ator Coadjuvante – Peça

Christian Borle, Peter and the Starcatcher

Michael Cumpsty, End of the Rainbow

Tom Edden, One Man, Two Guvnors

Andrew Garfield, Arthur Miller’s Death of a Salesman

Jeremy Shamos, Clybourne Park

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Melhor Atriz Coadjuvante – Peça

Linda Emond, Arthur Miller’s Death of a Salesman

Spencer Kayden, Don’t Dress for Dinner

Celia Keenan-Bolger, Peter and the Starcatcher

Judith Light, Other Desert Cities

Condola Rashad, Stick Fly

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Melhor Ator Coadjuvante – Musical

Phillip Boykin, The Gershwins’ Porgy and Bess

Michael Cerveris, Evita

David Alan Grier, The Gershwins’ Porgy and Bess

Michael McGrath, Nice Work If You Can Get It

Josh Young, Jesus Christ Superstar

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Melhor Atriz Coadjuvante – Musical

Elizabeth A. Davis, Once

Jayne Houdyshell, Follies

Judy Kaye, Nice Work If You Can Get It

Jessie Mueller, On A Clear Day You Can See Forever

Da’Vine Joy Randolph, Ghost the Musical

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Melhor Design de Cenário – Peça

John Lee Beatty, Other Desert Cities

Daniel Ostling, Clybourne Park

Mark Thompson, One Man, Two Guvnors

Donyale Werle, Peter and the Starcatcher

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Melhor Design de Cenário – Musical

Bob Crowley, Once

Rob Howell e Jon Driscoll, Ghost the Musical

Tobin Ost and Sven Ortel, Newsies

George Tsypin, Spider-Man Turn Off The Dark

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Melhor Design de Figurino – Peça

William Ivey Long, Don’t Dress for Dinner

Paul Tazewell, A Streetcar Named Desire (Um Bonde Chamado Desejo)

Mark Thompson, One Man, Two Guvnors

Paloma Young, Peter and the Starcatcher

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Melhor Design de Figurino – Musical

Gregg Barnes, Follies

ESosa, The Gershwins’ Porgy and Bess

Eiko Ishioka, Spider-Man Turn Off The Dark

Martin Pakledinaz, Nice Work If You Can Get It

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Melhor Design de Iluminação – Peça

Jeff Croiter, Peter and the Starcatcher

Peter Kaczorowski, The Road to Mecca (O Caminho para Mecca)

Brian MacDevitt, Arthur Miller’s Death of a Salesman

Kenneth Posner, Other Desert Cities

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Melhor Design de Iluminação – Musical

Christopher Akerlind, The Gershwins’ Porgy and Bess

Natasha Katz, Follies

Natasha Katz, Once

Hugh Vanstone, Ghost the Musical

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Melhor Design de Som – Peça

Paul Arditti, One Man, Two Guvnors

Scott Lehrer, Arthur Miller’s Death of a Salesman

Gareth Owen, End of the Rainbow

Darron L West, Peter and the Starcatcher

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Melhor Design de Som – Musical

Acme Sound Partners, The Gershwins’ Porgy and Bess

Clive Goodwin, Once

Kai Harada, Follies

Brian Ronan, Nice Work If You Can Get It

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Melhor Coreografia

Rob Ashford, Evita

Christopher Gattelli, Newsies

Steven Hoggett, Once

Kathleen Marshall, Nice Work If You Can Get It

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Melhor Direção – Peça

Nicholas Hytner, One Man, Two Guvnors

Pam MacKinnon, Clybourne Park

Mike Nichols, Arthur Miller’s Death of a Salesman

Roger Rees e Alex Timbers, Peter and the Starcatcher

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Melhor Direção – Musical

Jeff Calhoun, Newsies

Kathleen Marshall, Nice Work If You Can Get It

Diane Paulus, The Gershwins’ Porgy and Bess

John Tiffany, Once

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Melhor Orquestração

William David Brohn e Christopher Jahnke, The Gershwins’ Porgy and Bess

Bill Elliott, Nice Work If You Can Get It

Martin Lowe, Once

Danny Troob, Newsies

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PRÊMIOS ESPECIAIS

Prêmio Tony Especial pelo Conjunto da Obra (“Lifetime Achievement in the Theatre”)

Emanuel Azenberg

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Prêmio de Teatro Regional

Shakespeare Theatre Company, Washington, D.C.

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Prêmio Isabelle Stevenson

Bernadette Peters

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Tony Award Especial

Actors’ Equity Association

Hugh Jackman

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Tony Honor pela Excelência no Teatro

Freddie Gershon

Artie Siccardi

TDF Open Doors

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Foram anunciados ontem os ganhadores do Drama Desk, o segundo prêmio mais importante do teatro de Nova York (perde apenas pro Tony, cuja festa de premiação será no próximo domingo, dia 10). A melhor peça da temporada 2011/12 foi “Tribes”, da inglesa Nina Raine, uma “importação” britânica que inclusive terá leitura dramática no dia 19 deste mês com presença da autora na plateia e debate em seguida – a leitura, em inglês, será no Centro Brasileiro Britânico – CBB (Rua Ferreira de Araújo 741, Pinheiros, São Paulo – SP) às 19h. Já o melhor musical foi “Once”, adaptação do filme de mesmo nome sobre dois músicos de rua na Irlanda – pra quem não reconheceu o nome, o filme foi chamado por aqui de “Apenas Uma Vez” e ganhou o Oscar de melhor canção.

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Entre as remontagens (os chamados “revivals”), os vencedores foram o clássico “A Morte do Caixeiro-Viajante”, de Arthur Miller, dessa vez estrelado por Philip Seymour Hoffman e Andrew Garfield, e o musical “Follies”, do Stephen Sondheim.

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Dentre os prêmios de interpretação, destaque pra vitória da atriz Tracie Bennet pela peça “End of the Rainbow”, recentemente montada no Brasil e que conta uma parte da vida da atriz Judy Garland, e de Audra McDonald (da série “Private Practice”) pelo musical/ópera “Porgy and Bess”.

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Segue a lista de indicados e ganhadores (em vermelho) nas principais categorias:

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Melhor Peça

David Henry Hwang, Chinglish

Dan LeFranc, The Big Meal

Members of the Plastic Theatre, Unnatural Acts

Itamar Moses, Completeness

Lynn Nottage, By the Way, Meet Vera Stark

Nina Raine, Tribes

Nicky Silver, The Lyons

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Melhor Musical

Bonnie & Clyde

Death Takes a Holiday

Leap of Faith

Newsies – The Musical

Nice Work If You Can Get It

Once

Queen of the Mist

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Melhor Remontagem (Revival) – Peça

A Little Journey

Death of a Salesman

Edward Albee’s The Lady from Dubuque

Gore Vidal’s The Best Man

Lost in Yonkers

Richard III

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Melhor Remontagem (Revival) – Musical

Carrie

Evita

Follies

Jesus Christ Superstar

The Gershwins’ Porgy and Bess

The Threepenny Opera

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Melhor Ator – Peça 

James Corden, One Man, Two Guvnors

Hugh Dancy, Venus in Fur

Claybourne Elder, One Arm

Santino Fontana, Sons of the Prophet

Joseph Franchini, The Navigator

Philip Seymour Hoffman, Death of a Salesman

Kevin Spacey, Richard III

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Melhor Atriz – Peça

Tracie Bennett, End of the Rainbow

Sanaa Lathan, By the Way, Meet Vera Stark

Linda Lavin, The Lyons

Jennifer Lim, Chinglish

Kim Martin-Cotten, A Moon for the Misbegotten

Carey Mulligan, Through a Glass Darkly

Joely Richardson, Side Effects

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Melhor Ator – Musical

Danny Burstein, Follies

Kevin Earley, Death Takes a Holiday

Raul Esparza, Leap of Faith

Jeremy Jordan, Newsies The Musical

Norm Lewis, The Gershwins’ Porgy and Bess

Ricky Martin, Evita

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Melhor Atriz – Musical

Miche Braden, The Devil’s Music: The Life & Blues of Bessie Smith

Jan Maxwell, Follies

Audra McDonald, The Gershwins’ Porgy and Bess

Kelli O’Hara, Nice Work If You Can Get It

Bernadette Peters, Follies

Molly Ranson, Carrie

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Melhor Ator Coadjuvante – Peça

Bill Camp, Death of a Salesman

Jim Dale, The Road to Mecca

Tom Edden, One Man, Two Guvnors

Bill Irwin, King Lear

Jefferson Mays, Blood and Gifts

Will Rogers, Unnatural Acts

Morgan Spector, Russian Transport

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Melhor Atriz Coadjuvante – Peça

Stephanie J. Block, By the Way, Meet Vera Stark

Anna Camp, All New People

Kimberly Hebert Gregory, By the Way, Meet Vera Stark

Lisa Joyce, The Ugly One

Joaquina Kalukango, Hurt Village

Angela Lansbury, Gore Vidal’s The Best Man

Judith Light, Other Desert Cities

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Melhor Ator Coadjuvante  – Musical

Phillip Boykin, The Gershwins’ Porgy and Bess

Matt Cavenaugh, Death Takes a Holiday

Michael Cerveris, Evita

Michael McGrath, Nice Work If You Can Get It

Patrick Page, Spider-Man: Turn Off the Dark

Andrew Samonsky, Queen of the Mist

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Melhor Atriz Coadjuvante – Musical

Judy Kaye, Nice Work If You Can Get It

Marin Mazzie, Carrie

Jessie Mueller, On a Clear Day You Can See Forever

Elaine Paige, Follies

Sarah Sokolovic, The Shaggs: Philosophy of the World

Melissa van der Schyff, Bonnie & Clyde

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Melhor Diretor – Peça

Jo Bonney, By the Way, Meet Vera Stark

David Cromer, Tribes

Ed Sylvanus Iskandar, These Seven Sicknesses

Sam Mendes, Richard III

Mike Nichols, Death of a Salesman

Tony Speciale, Unnatural Acts

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Melhor Diretor – Musical

Christopher Ashley, Leap of Faith

Jack Cummings III, Queen of the Mist

Doug Hughes, Death Takes a Holiday

Kathleen Marshall, Nice Work If You Can Get It

Eric Schaeffer, Follies

John Tiffany, Once

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Melhor Coreografia

Rob Ashford, Evita

Warren Carlyle, Follies

Breandan de Gallal, Noctu

Christopher Gattelli, Newsies The Musical

Kathleen Marshall, Nice Work If You Can Get It

Sergio Trujillo, Leap of Faith

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Melhor Música

Glen Hansard and Marketa lrglova, Once

Michael John LaChiusa, Queen of the Mist

Alan Menken, Leap of Faith

Alan Menken, Newsies The Musical

Frank Wildhorn, Bonnie & Clyde

Maury Yeston, Death Takes a Holiday

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Melhores Letras

Don Black, Bonnie & Clyde

Jack Feldman, Newsies The Musical

Joy Gregory and Gunnar Madsen, The Shaggs: Philosophy of the World

Glen Hansard and Marketa lrglova, Once

Michael John LaChiusa, Queen of the Mist

Maury Yeston, Death Takes a Holiday

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Melhor Livro (Libretto) de Musical

Douglas Carter Beane, Lysistrata Jones

Janus Cercone and Warren Leight, Leap of Faith

Joe DiPietro, Nice Work If You Can Get It

Joy Gregory, The Shaggs: Philosophy of the World

Michael John LaChiusa, Queen of the Mist

Thomas Meehan and Peter Stone, Death Takes a Holiday

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Melhor Performance  Solo

Baba Brinkman, The Rap Guide to Evolution

Suli Holum, Chimera

Jeff Key, The Eyes of Babylon

Cillian Murphy, Misterman

Denis O’Hare, An Iliad

Stephen Spinella, An Iliad

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Fazia tempo que eu não comentava as novidades cinematográficas da semana, mesmo porque eu não tenho tido muito tempo pra ir ao cinema. Porém, não podia deixar passar batida a estreia mundial de um dos filmes mais aguardados (pelo menos pra mim) do ano, do qual eu já falei bastante aqui: “Sucker Punch – Mundo Surreal”, do diretor Zack Snyder (“300”, “Madrugada dos Mortos”, “Watchmen”, “A Lenda dos Guardiões” e o próximo “Superman”). Com um visual único, uma mistura de futurismo com coisas do passado, o filme conta a história de uma garota (Emily Browning) que é internada em um manicômio pelo padrasto e cria um mundo fictício pra tentar escapar, com a ajuda de mais quatro meninas (Jena Malone, Vanessa Hudgens, Abbie Cornish e Jamie Chung). O elenco ainda tem Jon Hamm (o Don Draper de “Mad Men”), Scott Glenn e a sempre bela Carla Gugino (atualmente arrasando em “Californication”). Quem fuçar o blog vai encontrar diversos posteres do filme – e o trailer segue abaixo. Obs.: Aliás, quem quiser concorrer ao DVD duplo do filme “300”, é só deixar um comentário em qualquer texto de março (mais informações aqui).

 

Já que estou aqui, vou falar um pouco das outras novidades interessantes que chegaram aos cinemas desde a semana passada. Pra começar, o nacional “VIPs”, com mais uma atuação sensacional de Wagner Moura (melhor ator no Festival do Rio 2010), dessa vez no papel do farsante Marcelo da Rocha, aquele que ficou conhecido ao fingir ser o filho do dono da Gol (dentre outros golpes) e que hoje está preso – uma espécie de Frank Abagnale Jr. brazuca (o personagem de Leonardo DiCaprio em “Prenda-Me Se For Capaz”).

 

“Sem Limites” (Limitless) parece bem bacana. Bradley Cooper (um dos atores em ascenção da atualidade depois de “Se Beber Não Case” e “Esquadrão Classe A”) é um escritor em crise criativa que toma uma droga inovadora pra dar um “boost” no cérebro e acaba se tornando super-inteligente, super-ágil, super-forte, enfim, super-tudo. O elenco ainda tem Robert De Niro, Anna Faris e Abbie Cornish (que também está em “Sucker Punch”).

 

Dois dos ganhadores do Oscar deste ano estão com filmes novos – um deles não tão novo assim, na verdade. Da Inglaterra, e com quase dois anos de atraso, vem a nova versão da clássica história de Oscar Wilde “O Retrato de Dorian Gray”, estrelada pelo melhor ator de 2010 Colin Firth e pelo “Príncipe Caspian” Ben Barnes. As críticas não foram muito agradáveis, mas um filme com Firth sempre vale a visita. Já a melhor atriz do ano, Natalie Portman, deixou as sapatilhas de lado pra fazer uma comédia romântica com Ashton Kutcher, “Sexo Sem Compromisso” – ambos são melhores amigos que decidem ter relações sexuais sem envolvimento, “no strings attached” (o título original do filme).

Pros fãs de terror tem a terceira parte da agora franquia “Atividade Paranormal”, dessa vez em Tóquio. Confesso que assisti recentemente o primeiro filme sem nenhuma expectativa e levei bons sustos. O novo certamente não é tão bom, mas se for metade do outro já deve dar alguns arrepios. Pra quem gosta de adrenalina há o novo filme do inglês Jason Statham, talvez o único astro de ação da atualidade – ele está no remake de “Assassino a Preço Fixo” (The Mechanic), remake de um filme que tinha Charles Bronson no papel principal. Donald Sutherland e o ótimo Ben Foster (“Volta por Cima”, “O Mensageiro”) também estão no elenco. Já do cinema europeu vem o aguardado e elogiado “Cópia Fiel”, dirigido pelo iraniano Abbas Kiarostami e estrelado pela francesa Juliette Binoche. Ela é uma dona de galeria que convida um escritor inglês que admira a andar com ela pelas ruas de uma cidadezinha italiana – e o que segue é uma espécie de “Antes do Amanhecer” mais maduro e surpreendente.

Pra encerrar, a outra estreia imperdível dos últimos dias é um filme que também chegou com certo atraso às telas brasileiras. “Não Me Abandone Jamais” (Never Let Me Go) é uma adaptação do livro de Kasuo Ishiguro (“Vestígios do Dia”) e uma mistura de drama, romance e ficção-científica, ou seja, uma combinação das mais peculiares. Com direção de Mark Romanek (mais conhecido por videoclipes) e estrelado por um trio de jovens ingleses talentosíssimos (Carey Mulligan, Keira Knightley e Andrew Garfield), o filme se passa em uma realidade alternativa – é a década de 70, mas uma realidade que não existiu (daí o lado “ficção” da história). Não quero contar muitos detalhes pra não estragar o que pode causar surpresa (e estarrecimento), embora a maioria das críticas ao filme já venha entregando tudo de cara; mas basicamente três crianças vivem em um internato bucólico no interior da Inglaterra e aos poucos vão descobrindo o futuro nada animador que os espera, ao mesmo tempo em que descobrem o amor e a amizade. O filme é lindo, leva a diversos questionamentos éticos, morais e humanos, e Carey deveria ter sido indicada novamente ao Oscar pela atuação como a protagonista (ela foi indicada no ano passado pelo fantástico “Educação”).

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And while we´re at it, segue a primeira imagem de Andrew Garfield como o novo Homem-Aranha.

 

Garfield, pra quem não lembra, fez o brasileiro Eduardo Saverin em “A Rede Social” (tão bem, aliás, que foi indicado ao Globo de Ouro e provavelmente também estará entre os finalistas do Oscar) e está no aguardado “Não Me Deixe Ir” (Never Let Me Go) ao lado de Keira Knightley e Carey Mulligan.

 

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MARK: Você não precisa estudar.

ERICA: Como você sabe que eu não preciso estudar?

MARK: Porque você estuda na B.U.! (Erica o encara por alguns segundos) Você quer comer alguma coisa?

ERICA: Me desculpe por não te impressionar com a minha formação acadêmica.

MARK: E me desculpe por não ser do time de futebol americano.

ERICA: Acho que é melhor a gente ser só amigo.

MARK: Eu não preciso de amigos.

ERICA: Eu só estava sendo educada, não tenho a menor intenção de ser sua amiga.

MARK: Você já pode ir embora. (Erica segura a mão de Mark e olha para ele com ternura)

ERICA: Escuta, você vai ficar muito rico e ter muito sucesso. Mas você vai passar a sua vida inteira achando que as garotas não gostam de você porque você é um nerd. E eu só quero que você saiba, do fundo do meu coração, que isso não é verdade. Elas não vão gostar de você porque você é um babaca.

 

Essa é uma tradução livre de um trechinho da cena de abertura do filme “The Social Network”, que estreia essa semana nos EUA mas que já há algum tempo vem causando um grande burburinho. Trata-se da adaptação do livro “The Accidental Billionaires: The Founding of Facebook, a Tale of Sex, Money, Genius and Betrayal”, escrito por Brad Mezrich e que conta a história da criação do Facebook. O “MARK” acima é Mark Zuckerberg, criador do site, um dos homens mais ricos e influentes do mundo, mas o filme, como se nota no diálogo, não o mostra como um cara necessariamente legal. Na verdade, tanto livro quanto filme focam mais no fato de que muita gente processou Mark alegando ter participação na criação do site de relacionamento, e por isso o filme tem vários pontos de vista – além disso, o subtítulo do livro já mostra que a história não é exatamente o que se vê normalmente nas aventuras de nerds a la “Big Bang Theory” e afins.

De qualquer forma, com direção de David Fincher (“Seven”, “Clube da Luta”, “Benjamin Button”), roteiro de Aaron Sorkin (autor da melhor série de todos os tempos, “The West Wing”, e de filme como “Questão de Honra”) e elenco liderado por Jesse Eisenberg, Justin Timberlake e Andrew Garfield (o novo “Homem-Aranha”), o filme desde já é forte candidato a ser um dos melhores do ano.  

A estreia no Brasil está prevista somente para dezembro.

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Alguém sabe quem é o rapaz da foto aí ao lado? É Andrew Garfield, ator inglês que acaba de ser escolhido para ser o novo Homem-Aranha nos próximos três filmes da série, que serão um “reboot” – ou seja, a saga do herói vai recomeçar do zero. Se você não se lembra dele, fique tranquilo, pois não é o único. O papel mais expressivo do ator de 26 anos foi em “O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus”, também conhecido como “o último filme de Heath Ledger” – ele fazia Anton, um dos integrantes do circo do título. Porém, com três filmes pra estrear ainda este ano, todos de diretores badalados, ele deve ficar mais famoso antes mesmo de vestir o uniforme do aracnídeo (que só chegarà às telas em 2012). São eles: “The Social Network”, dirigido por David Fincher, sobre a criação do site Facebook (em que ele interpreta o brasileiro Eduardo Saverin, sócio do fundador Mark Zuckerberg); “Never Let Me Go”, de Mark Romanek e co-estrelado por Keira Knightley e Carey Mulligan; e “I´m Here”, de Spike Jonze. Olho nele.

 

Fonte: Omelete e IMDB

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