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Posts Tagged ‘an education’

Ah, e falando na Carey Mulligan, a inglesinha indicada ao Oscar por “Educação” (e que foi uma das irmãs Bennet na versão mais recente de “Orgulho e Preconceito”) estará nos palcos da Broadway a partir de maio.  Ela será a protagonista da peça “Through a Glass Darkly”, adaptação para o teatro do filme “Através de um Espelho”, do sueco Ingmar Bergman (ganhador do Oscar de filme estrangeiro em 61). A direção é do prestigiado David Leveaux, cinco vezes indicado ao Tony.

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(originalmente publicado em 10/12/2009)

Livros comprados:
– The Magicians (Lev Grossman)
– A Menina que Brincava com Fogo (Stieg Larsson)
– A Rainha do Castelo de Ar (Stieg Larsson)
– Shakespeare Wrote For Money (Nick Hornby)
– Juliet, Naked (Nick Hornby)
– An Education (Nick Hornby)
– Pride and Prejudice and Zombies (Jane Austen/Seth Grahame-Smith)
– The Book of Dave (Will Self)
– Lush Life (Richard Price)
– Peeps (Scott Westerfeld)
– Mere Anarchy (Woody Allen)
Livros lidos:
– Beber, Jogar, F@#er (Andrew Gottlieb)
– Os Homens que Não Amavam as Mulheres (Stieg Larsson)
– Shakespeare Wrote For Money (Nick Hornby)
– An Education (Nick Hornby)
– Lua Nova (Stephenie Meyer)
– Formaturas Infernais (vários autores)
– The Book of Dave (Will Self) – não concluído
– The Magicians (Lev Grossman) – não concluído

 

Essa semana eu estava em um ônibus e notei que o cobrador lia nada menos que “Crime e Castigo”, do Dostoievski. Achei o máximo. Mas ao mesmo tempo também fiquei envergonhado, já que nunca li este livro (embora já tenha pensado em lê-lo diversas vezes), nem inúmeros outros clássicos da literatura mundial. Eu me orgulho de ser um leitor quase compulsivo (dá pra notar pelas minhas listas de livros comprados), mas se parar pra pensar em quantos “clássicos da literatura mundial” eu li, provavelmente não preencherei os dedos das duas mãos. Vejamos: “A Christmas Carol”, do Charles Dickens (que é um conto, então vale por meio)… “Os Três Mosqueteiros”, do Alexandre Dumas… “Alice no País das Maravilhas”, do Lewis Carroll (esse eu li várias vezes, então pode até contar por dois)… Algumas peças do Shakespeare e do Oscar Wilde… ”O Médico e o Monstro”, do Robert Louis Stevenson… Ah, eu li “Hamlet”, “Moby Dick”, “Grandes Esperanças”, “O Morro dos Ventos Uivantes” e outros em quadrinhos, numa coleção fantástica que a Abril lançou há séculos e que eu guardo até hoje (alguém lembra?)… Fora isso, acho que só alguns clássicos brasileiros, daqueles que a gente é obrigado a ler na escola e que raramente gosta, justamente por ser obrigação (se bem que eu acho que o único livro escolar que eu realmente odiei foi “Iracema”). É, acho que tá na hora de parar de ler só literatura pop moderna e partir pra uma jornada pelos clássicos. Ano que vem, prometo.

 

Enquanto isso, vou falar um pouco do que ando lendo efetivamente. Deu pra notar que a lista de livros comprados está bem maior do que deveria. Claro que o fato de eu ter ficado um tempão sem escrever aqui ajudou a acumular muita coisa, mas eu confesso que tenho andado um pouco mais compulsivo que o normal (e o fato de dar aula todos os dias da semana ao lado dos shoppings Morumbi e Market Place não colabora muito, já que ambos concentram os três grandes templos do consumismo literário, musical e cinematográfico da cidade: Livraria Cultura, Saraiva Mega Store e FNAC). De qualquer forma, seria bom ter tempo pra ler tudo, o que é humanamente impossível, então é melhor eu dar uma maneirada mesmo (ou então arrumar alguém que me dê os livros de graça – alguém?).

 

Comprei três livros do Nick Hornby neste período. Um deles, “Juliet, Naked”, é o mais recente e eu ainda não consegui ler (falei sobre ele alguns textos atrás e falarei depois que o ler). O segundo é o roteiro do filme “An Education”, aquele que ganhou título em português de “Sedução” e que eu assisti na Mostra e que é ótimo e que deve concorrer ao Oscar e que já começou a ganhar alguns prêmios por aí (de novo, vejam textos anteriores sobre isso). Além do roteiro em si, Hornby conta no livro como foi o processo de transformar a obra original em um filme (o roteiro é baseado nas memórias escritas por Lynn Barber pra revista Granta e a personagem principal do filme é baseada nela), desde convencer alguém a produzi-lo, adaptar o roteiro, achar o elenco certo, as filmagens, a passagem do filme pelo festival de Sundance. De quebra, ainda tem um epílogo que acabou não entrando na versão final do filme. Por fim, o terceiro, “Shakespeare Wrote For Money”, é a segunda e última compilação dos textos que ele escreveu pra revista Believer em 2006 e 2007, e que inspiraram este blog.

 

Continuando nos autores que se repetem na lista, todo mundo já deve ter visto nas livrarias, mesmo de relance, uma série de livros de capa preta cobertas com chamas alaranjadas. Trata-se da trilogia Millenium, do sueco Stieg Larsson, que anda fazendo um baita sucesso no mundo todo, e por aqui não é diferente. Eu comprei o primeiro deles, “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, um tempinho atrás, comecei a ler na época (mais precisamente em agosto), mas parei (não por não estar gostando, mas porque eu tenho o péssimo hábito de ler vários livros ao mesmo tempo e eventualmente algum acaba prejudicado). Retomei agora e não sei como conseguir parar na primeira vez. Na verdade eu provavelmente não tinha chegado ao “point of no return”, que é aquele trecho de um livro em que ele te fisga de tal maneira que você não consegue mais parar de ler até terminá-lo. Esse ponto varia de livro pra livro; raramente é no começo, às vezes é na metade, normalmente é só mais perto do final (e claro que um livro pode nem ter esse ponto, o que provavelmente significa que ele não é lá essas coisas). Neste caso, o “point of no return” é um pouco antes da metade. O protagonista é um jornalista que cobre o mundo financeiro e é editor de uma revista, a Millenium do título; no início do livro ele está sendo processado por um magnata a quem acusou de corrupção, e por causa disso acaba obrigado a se afastar da revista por uns tempos. Como não tem nada pra fazer, ele topa escrever a biografia de uma das famílias mais poderosas da Suécia e ao mesmo tempo investigar o desaparecimento de uma garota ocorrido mais de quarenta anos atrás. Paralelamente, há uma outra protagonista, uma hacker de vinte e poucos anos e um tanto esquisita que trabalha pra uma empresa de segurança esmiuçando a vida dos outros. Logicamente em um determinado momento do livro as trajetórias dos dois personagens se encontram e eles passam a trabalhar juntos. Contar mais vai estragar, mas basta dizer que o livro tem ação, suspense, sexo, violência, personagens marcantes, enfim, tudo que uma boa história precisa (e deve) ter. E as sequências não devem ser diferentes. Curiosidades: o autor morreu logo depois de publicação do terceiro livro em seu país natal, aos cinqüenta e pouco anos. O primeiro livro já tem uma versão cinematográfica, produzida na Suécia, e que passou aqui na Mostra de Cinema de São Paulo deste ano (eu tentei assistir, mas a sessão do dia foi cancelada e eu acabei não conseguindo ir a outra). Mas não estranhem se logo mais pintar a versão americana.

 

Outro sucesso literário que todo mundo certamente no mínimo ouviu falar foi “Comer, Rezar, Amar”, em que a autora Elizabeth Gilbert conta a jornada espiritual que viveu na Índia, Tibet e afins (e que, adivinhem, vai virar filme no ano que vem com ninguém menos que Julia Roberts no papel principal). Bom, Andrew Gottlieb, roteirista da TV americana, resolveu criar uma quase sátira ao outro livro, e escreveu “Beber, Jogar, F@#%r” (sim, a última palavra é exatamente o que você está pensando). Nele, o protagonista, depois de levar um pé na bunda da esposa, resolve largar o empregão em Wall Street e se jogar em uma jornada de um ano pelo mundo dos prazeres. Passa quatro meses na Irlanda enchendo a lata, depois vai pra Las Vegas torrar a grana nos mega-cassinos e por fim vai pra Tailândia se esbaldar com você sabe o que. Esse é daqueles livros em que o “point of no return” (vide parágrafo anterior) é logo no começo, ou seja, eu o li praticamente de uma vez só. O único porém é que o final é um pouco meloso e “clichesíssimo”, mas não chega a estragar a delícia que é ler o livro.

 

E já que estou falando em fenômenos literários, não há como não falar esse mês da série “Crepúsculo”. Eu li o primeiro livro logo que ele foi lançado, ainda em inglês (ou seja, bem antes do filme). Achei interessante, descobri que fariam o filme, então decidi esperar pra ler as continuações. Veio o primeiro filme no ano passado, achei bacaninha e comecei a ler o segundo livro, “Lua Nova”. Parei no quinto capítulo, mais ou menos – muita lenga lenga pro meu gosto. Só que eu não queria assistir o filme novo sem ler o livro antes, então decidi enfrentá-lo mais uma vez. Dessa vez foi mais fácil, afinal eu já sabia que o tal do Jacob viraria um lobisomem, que o Edward iria a Veneza enfrentar outros vampiros – mas mesmo assim demorei pra chegar ao fim. Então fui ao cinema e – SURPRESA! O filme dá um banho no livro, tem muito mais ritmo, não perde tempo com o suplício da protagonista Bella; pode não ter as cenas belas e poéticas do primeiro filme, mas é bem mais coeso e amarrado – claro que ajuda o fato de não precisar introduzir os personagens -, sem falar que a produção é muito superior (já que dessa vez havia grana a rodo pra fazer o que bem entendessem). Deu até vontade de arriscar o terceiro livro, “Eclipse”, que chega aos cinemas no meio do ano que vem. Vai entrar na fila.

 

Ah, e ainda na onda vampiresca, li também a coletânea de contos “Formaturas Infernais” – cujo título original, “Prom Nights From Hell”, é bem mais divertido. São cinco contos de autoras da moda: vai da própria Stephenie Meyer da série “Crepúsculo” até a veterana Meg Cabot (dos “Diários da Princesa” e outros clássicos da literatura teen). O livro tem altos e baixos, mas um dos contos é tão bacana que eu até transformei em uma peça – “The Corsage”, de Lauren Myracle, sobre uma menina que visita uma cartomante pra saber se o menino de quem gosta a convidará ao baile de formatura e acaba achando um “corsage” (aquele arranjo de flores que os meninos dão pras meninas nesses bailes) que realiza desejos.

 

Bom, fico por aqui porque senão nunca vou publicar este texto. Até a próxima.

 

P.S.: Pra quem ficou curioso com o título “Pride and Prejudice and Zombies”, eu explico: alguém teve a idéia de misturar Jane Austen e monstros, por algum motivo isso deu certo, e agora virou moda. Já existe também “Sense and Sensibility and Sea Monsters”. Como ainda não li nenhum dos dois, não posso dizer se a bizarrice funciona ou não. Mas aguardem as próximas colunas (aliás, acabei de ler aqui que a versão cinematográfica dos zumbis já está a caminho, com Natalie Portman no papel principal).

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Continuando a temporada de premiações, aconteceu ontem a entrega dos prêmios BAFTA (British Academy of Film and Television Arts), o Oscar britânico. E na disputa entre “Avatar” e “Guerra ao Terror”, deu o segundo, que levou seis prêmios, incluindo alguns técnicos (que esperava-se serem barbada para o filme de James Cameron). A diretora Kathryn Bigelow sagrou-se a grande ganhadora da noite, levando pra casa seu prêmio de direção e também o de melhor filme (o filme também levou os de roteiro original, som, montagem e fotografia). O outro favorito da noite, “Educação”, teve que se contentar apenas com o prêmio de melhor atriz para a ótima Carey Mulligan. Outra surpresa (ou nem tanto, já que a premiação é inglesa) foi a vitória de Colin Firth como melhor ator pela brilhante performance como um homem enfrentando a perda do amante em “Direito de Amar” (A Single Man, a estréia na direção do estilista Tom Ford). Os coadjuvantes foram os já esperados Christoph Waltz (“Bastardos Inglórios”) e Mo´Nique (“Preciosa”).

 

Dentre os prêmios “diferentes”, o fã-clube da saga “Crepúsculo” mostrou seu poder ao dar a Kristen Stewart o prêmio de “estrela mais promissora” – é o público que escolhe o ganhador do Orange Rising Star Award. Duncan Jones, filho do cantor David Bowie, foi eleito o melhor diretor/produtor/roteirista revelação do ano, pelo elogiado “Lunar” (que acaba de ser lançado em DVD no Brasil). E o melhor filme britânico do ano foi “Fish Tank”, ainda sem previsão de aparecer por aqui.

 

Segue abaixo a lista completa de ganhadores, que inclui ainda “Up – Altas Aventuras” como melhor animação e o francês “Um Profeta” como filme estrangeiro.

 

Diretor, Produtor ou Roteirista Revelação
Duncan Jones, por “Lunar” (Moon)

Melhor Curta-metragem
I Do Air

Melhor Curta de Animação
Mother of Many

Melhor Música
Michael Giacchino, por Up – Altas Aventuras

Melhor Som
Guerra ao Terror

Melhor Contribuição Britânica para o Cinema
Joe Funton

Melhor Montagem
Bob Murawski e Chris Innis, por Guerra ao Terror

Melhor Fotografia
Barry Ackroyd, por Guerra ao Terror

Melhores Efeitos Visuais
Avatar

Melhor Ator Coadjuvante
Christoph Waltz, por Bastardos Inglórios

Melhor Figurino
Sandy Powell, por The Young Victoria

Melhor Maquiagem e Cabelo
The Young Victoria

Melhor Atriz Coadjuvante
Mo’Nique, por Preciosa

Melhor Filme Britânico
Fish Tank

Melhor Roteiro Original
Mark Boal, por Guerra ao Terror

Melhor Design de Produção
Avatar

Melhor Atriz Revelação
Kristen Stewart, por, entre outros filmes, Lua Nova

Melhor Roteiro Adaptado
Jason Reitman e Sheldon Turner, por Amor sem Escalas

Melhor Animação
Up – Altas Aventuras

Melhor Filme Estrangeiro
O Profeta

Melhor Diretor
Kathryn Bigelow, por Guerra ao Terror

Melhor Ator
Colin Firth, por Direito de Amar

Melhor Atriz
Carey Mulligan, por Educação

Melhor Filme
Guerra ao Terror, de Kathryn Bigelow

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Começou sexta passada mais uma edição da tradicional Mostra de Cinema de São Paulo, a 33ª. Todo ano eu digo a mim mesmo que vou assistir um monte de filmes, me programo pra ver vários (marco os horários no guia e tudo) e no fim acabo não vendo nada (ou praticamente nada). Até hoje eu assisti somente cinco filmes na Mostra: em 2000 eu ainda era advogado e trabalhava em um escritório nos Jardins, então escapei de lá mais cedo em duas tardes pra assistir “Psicopata Americano” (American Psycho, EUA, 2000, ****) e a versão modernizada de “Hamlet” (Hamlet, EUA, 2000, ***) no finado Cine Vitrine; no ano passado foi um grande progresso e eu consegui ver três, sendo dois até no mesmo dia: “O Casamento de Rachel” (Rachel Getting Married, EUA, 2008, ****), “A Duquesa” (The Duchess, ING, 2008, **1/2) e “Horas de Verão” (L´Heure D´Été, FRA, 2008, ****).

aneducationEsse ano eu como sempre já marquei vários que quero assistir, então vamos ver qual vai ser o saldo final. Hoje consegui ver o primeiro, “Sedução” (An Education, ING, 2009, ****), aquele filme com roteiro do Nick  Hornby de que eu falei alguns textos atrás. Fiquei muito feliz por conseguir assisti-lo, porque senão teria que esperar até fevereiro (quando está prevista a estréia comercial). E adorei – o filme é bonito, romântico, tem um elenco excepcional (e que deve render pelo menos uma indicação ao Oscar, pra gracinha Carey Mulligan – mas podem perfeitamente pintar indicações pra Peter Sarsgaard e Alfred Molina também). É um pouco previsível, o que nesse caso nem chega a ser um demérito, e tem um final que pode causar amor ou ódio (embora valha lembrar que nem tem muito pra discutir quanto ao final, já que o filme é baseado em um livro autobiográfico, ou seja, o fim é real). A trilha também é bacana (com uma música nova da Duffy tocando nos créditos finais) e é curioso ver  Hornby, sempre caracterizado por suas referências pop anos 90/2000, escrevendo um roteiro de época (o filme se passa nos anos 60).

Quem quiser saber mais sobre a história e outros detalhes (e ver o trailer), é só procurar aí embaixo o texto “A Volta do Padrinho”.

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O escritor inglês Nick Hornby, que é um dos meus autores preferidos e quase que um “padrinho” involuntário deste blog, tem duas novidades. A primeira delas é o livro “Juliet, Naked”, lançado no mês passado. Desta vez Hornby volta a escrever sob o ponto de vista de uma mulher, o que ele só havia feito antes uma vez, em “How to Be Good”. Annie, a protagonista, tem um namorado fanático por um roqueiro americano que há 20 anos sumiu do mapa e cujo disco mais famoso se chamava “Juliet”. Quando uma versão demo deste disco é lançada (daí o “Juliet, Naked” do título, tal qual o “Let It Be Naked” que chegou às lojas anos atrás, lembram?), o casal briga por ter opiniões diversas sobre a “novidade”. Aí, por manobras do destino, Annie e o músico acabam se tornando amigos. As críticas vem sendo boas, mas eu ainda não consegui encontrar o livro por aqui, e nem há previsão de lançamento da versão traduzida.

 

Além do livro, Hornby escreveu o roteiro de um filme britânico que estreia esta semana nos EUA. “An Education” conta a história de Jenny, uma menina de 16 anos que, na Inglaterra dos anos 60, se envolve com um homem bem mais velho, David, um playboy que a leva para conhecer as coisas boas da vida. Ela se encanta com o cara e com as coisas que ele apresenta a ela, mas depois acaba descobrindo que nem tudo é o que parece. Já se fala em indicação ao Oscar para a novata Carey Mulligan, que faz o papel principal, e o filme ainda tem o ótimo Peter Sarsgaard como David, além de Alfred Molina, Emma Thompson, Dominic Cooper e Rosamund Pike. Pena que o lançamento por aqui esteja previso somente para 19 de fevereiro.

 

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